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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ecos do Silêncio



Todo mundo tem preferência.
Seja por aparência,
por inocência,
por consequência do uso mau uso da inteligência.


Visualizo a inocência.


Questiono as suas.
Procuro nas ruas qualidades como as suas,
defeitos como os seus
e pergunto pra Deus: Isso pode ser meu?


Num lugar onde balas não podem ser gastas por luxo.
O máximo de ar que posso, eu puxo, pra oxidar a mente e me fazer justo.


Velho, que saudade... 
Da facilidade dos risos de verdade, de brincadeiras sem maldade.


Não preciso de analista.
Do silencio sou especialista...
Psyco? Saudosista? Defina nobre realista.


Permaneço pensando...
Já disse que adoro o som do silencio da minha mente?
Ecos permanentes repetem incessantemente de forma atraente o que deveria ter feito precisamente.


Mas preciso deles, me ajudam a pensar... Pronto! Ainda Há  um vestígio de Luz...
Não posso deixar apagar.
Preciso ao fundo mergulhar.


Me aguarde, eu volto pra te buscar... Amor, eu volto pra te buscar...

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