Nos primeiros devaneios do dia vejo um céu mais escuro,
A Lua some por detrás do muro e o Sol nasce ainda obscuro.
Minha primeira ordem é levante e lute. Mude se ajunte a esse
povo no mute.
As vezes que você repetiu que eu não estava enquadrado,
ainda soam na minha cabeça.
Como um fardo, um atraso. Mas pensa no caso...

- Que ferramentas você tem ao lado?
Caneta e um papel rabiscado.
- Desencoste desse chão de água encharcado e escreva um
bocado.
Só isso não é suficiente, Ela é muito mais exigente.
Tem um perfume atraente,
Uma risada com um ecoar intermitente,
Um sorriso que derruba qualquer malandro, que sem querer
retribui o sorriso,
Como um comando.
Me debando, não resisto, mas insisto e logo desisto.
- Cadê tua calma? Tua indiferença? Dizia que teu modelo não
demostrava fraqueza?
- Quando ela passa teu coração parece que salta de frequência?
Ou será só aparência?
Perdoe-me. Dela não consigo esconder o olhar,
Meu respirar se modifica,
Toda minha fraqueza fica aparente, de repente.
Apesar de sempre dizer, “a essa corja não me juntarei”
Assumo que por ela eu mudarei...
Ou um novo erro, propositalmente, Cometerei