Powered By Blogger

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Embaçado Sem Meus Óculos



Entre o estagio dormindo e o acordado,
Começo a preparar o dia, começo a planejar.
Levemente abro meus olhos...
Ao levantar, tropeço no chinelo jogado próximo à cama.
Minha visão embaçada não é suficiente para ver a chuva que cai.
Ainda sem meus óculos, volto a preparar o dia enquanto tomo o café.
Ainda tentando encarar a claridade, me recordo dos dias anteriores.
Me recordo que há alguns dias prometi ser mais incisivo.
Se passaram dias e eu não mudei em nada.
Consigo pensar em tudo pra falar,
Mas na hora H recuo.
Fascinante é tentar encarar a realidade
Procurar em qualquer coisa um fundo de verdade.
Num estalo retorno ao mundo real.
Minha predisposição natural me leva ao quintal
Sem esforço caminho no automático até o ponto pronto prum novo dia.
Ainda flertando com o esquecimento e reparando na falta de meus óculos.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ecos do Silêncio



Todo mundo tem preferência.
Seja por aparência,
por inocência,
por consequência do uso mau uso da inteligência.


Visualizo a inocência.


Questiono as suas.
Procuro nas ruas qualidades como as suas,
defeitos como os seus
e pergunto pra Deus: Isso pode ser meu?


Num lugar onde balas não podem ser gastas por luxo.
O máximo de ar que posso, eu puxo, pra oxidar a mente e me fazer justo.


Velho, que saudade... 
Da facilidade dos risos de verdade, de brincadeiras sem maldade.


Não preciso de analista.
Do silencio sou especialista...
Psyco? Saudosista? Defina nobre realista.


Permaneço pensando...
Já disse que adoro o som do silencio da minha mente?
Ecos permanentes repetem incessantemente de forma atraente o que deveria ter feito precisamente.


Mas preciso deles, me ajudam a pensar... Pronto! Ainda Há  um vestígio de Luz...
Não posso deixar apagar.
Preciso ao fundo mergulhar.


Me aguarde, eu volto pra te buscar... Amor, eu volto pra te buscar...

domingo, 3 de novembro de 2013

Inconsistências



Meus olhos precisos não enxergam seu sorriso,
Meus ouvidos apurados não ouvem sua chegada,
Meus lábios nunca tocaram os seus,
Mas consigo sentir as batidas do seu coração.
Se me contento em lhe saldar ‘boas noite’, satisfaço minhas vontades?
Se me entrego às loucuras que minha mente “supostamente” deseja,
Corro risco de marginalizar com a insanidade do arrependimento.
Contenho ideias e atitudes,
Suprimo meu desespero e
Sobrevivo a noites mal dormidas.
Aumento o volume dos meus fones de ouvido,
Para esquecer os problemas e me esconder do próprio desespero.
Como o ápice da covardia,
Descarrego o saldo de toda essa insuficiência 
Descrevendo inverdades a sombra de papel e caneta.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

OÃÇACUDE



Educação, parte do processo de evolução
Opção por melhorar, produzindo mais atenção.
Olhando para nação em frequente apelação
Pedindo pão, perdendo o chão. Veja seu voto no lixão
Fugindo dessa discussão, espero na disciplina correndo daquilo que aos vermes contamina
População deste Dia que não termina.
mida, reprimida, sofrida. Imagina...
Vacila, não respira, esquece dos que cuida, Oscila..
Reeduque sua mente. Naturalmente, inacreditavelmente inconsciente, reincidente
Consideravelmente influente, raramente reversível, comumente incompatível.
Relaxado?
Recém-acordado, contrato firmado, processo arquivado. Mesmo assim preocupado.
Mas to confiante.
Brincante?
Talvez, quem sabe. Não faça alarde. Já tá meio tarde...